Recrutamento 2.0 – O que é e como pode ajudar as PME

Um especial do Jornal de Negócios em que partilhei algumas ideias sobre o uso do recrutamento social (2.0) para o segmento das PME’s.

O meu agradecimento ao Rui Pedro Caramez. Deixem os vossos comentários.

Podem seguir a totalidade do artigo aqui

Artigo de Pedro Carreira Garcia / webtexto.
“O recrutamento nas redes sociais já é mais do que uma simples tendência. O Negócios foi à procura de casos concretos para saber como as empresas estão a lidar com a mudança e como a “web 2.0” pode ajudar as PME a recrutar.

Recrutar a partir de um anúncio de emprego publicado no jornal de sábado tem cada vez mais os dias contados. É esta a opinião de Sofia Anselmo, responsável de recursos humanos na Safira, uma empresa de média dimensão que trabalha no sector das tecnologias de informação, uma área em que os processos clássicos de recrutamento há muito que deixaram de ser a única forma de recrutar os seus quadros.

Habituada a recrutar “logo nas universidades” e a contactar directamente os candidatos, a empresa passou a usar também novas ferramentas que já são utilizadas pelas grandes e médias empresas em todo o mundo: procurar potenciais candidatos, de forma proactiva, através de redes sociais como o LinkedIn, o Facebook ou o Twitter – mas também em blogues e páginas pessoais. A aposta é de tal maneira levada a sério que a própria responsável pela área dos recursos humanos da Safira foi recrutada através do Linkedin.

Se há algumas áreas e sectores que têm uma maior propensão para usar as novas redes sociais no recrutamento dos seus quadros, a verdade é que esta é uma prática que tem vindo a ganhar cada vez mais adeptos, até pelas vantagens económicas. Muitas PME, sem a possibilidade de dispensarem recursos especificamente para a tarefa de recrutar, podem aproveitar as redes sociais como uma forma simples, eficaz e gratuita de detectar talento e de captar potenciais candidatos com perfis específicos para determinadas posições.

Redes sociais como o LinkedIn, o StarTracker e o próprio Facebook – que, em colaboração com o Departamento do Trabalho dos Estados Unidos, lançou, em Outubro passado, o projecto “Social Jobs Partnership”, para fomentar o emprego através das redes sociais num país cuja taxa de desemprego atingia os 8,5% em Dezembro – acabam por funcionar como gigantescas bases de dados de potenciais candidatos, ou, nas palavras de Hélder Milheiro, consultor de recrutamento e especialista em “social recruiting”, são “uma ‘pool’ de talentos” ao dispor de qualquer empresa.

Quando, antes, se publicava um anúncio e se esperava pelos currículos que se seguiriam, o recrutamento, segundo Hélder Milheiro, passou a ser “proactivo”, com a empresa a manter uma rede de possíveis candidatos e a contactá-los quando necessário. A própria noção de candidato mudou, segundo o consultor. Um candidato “não é aquele que está à procura de emprego”, mas “quem tem as competências indicadas” para que a empresa o “torne candidato”. Ou seja, para que a empresa o aborde proactivamente, mesmo que este não esteja de forma declarada à procura de emprego…”

Podem seguir a totalidade do artigo aqui

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